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Mostrando postagens com o rótulo revistas

Taquion 11

Ganhei o Prêmio Táquion FC: como um conto de ficção científica mudou meu ano Quando comecei a escrever ficção científica, a ideia de ver meu nome em uma revista especializada já parecia distante. Muito mais distante ainda estava a possibilidade de vencer um prêmio literário dentro desse universo. Hoje, essa possibilidade virou realidade: ganhei o Prêmio Táquion FC, concedido pela revista digital Táquion Ficção Científica, ligada ao Clube Brasileiro de Ficção Científica, que publica contos, resenhas e artigos do gênero. ​ O que é a Revista Táquion FC A Táquion FC é uma revista online dedicada exclusivamente à ficção científica, com edições periódicas que reúnem contos de autores brasileiros, além de textos críticos e ensaísticos. ​ Os autores selecionados para cada edição passam a concorrer ao Prêmio Táquion FC, que destaca os melhores contos publicados no período. ​   Ler minha edição na Revista Táquion 11

Motus #9

Participei da antologia Motus #9, projeto do Movimento Literário Digital que seleciona contos e poemas por concurso para publicação em livro digital. Ler a matéria na Motus9

Estou na revista Subtextos

  Estou na revista Subtextos com o conto prece e ruido. Leia aqui

Estou na Revista Barbante com o conto “Teu nome é Francisco”.

  Clique e leia

Estou na 53º edição da revista LiteraLivre

  Leia e Baixe Aqui

Estou participando da 52ª edição da Revista LiteraLivre!

  Leia e baixe aqui

A ilha nunca deixava testemunhas

  O avião caiu no meio do nada. O mar, revoltado, vomitou os destroços com ondas violentas, enquanto a selva densa engolia os corpos numa quietude ameaçadora. Alguns sobreviveram. Clara estava entre eles. No primeiro dia, o desespero queimava em seu peito como uma chama insaciável, mas havia ainda uma tênue esperança no ar pesado e úmido. No segundo, a fome começou a corroer não só o estômago, mas a mente, dilacerando a calma que restava. No terceiro, o medo tornou-se uma sombra silenciosa que se enroscava em seu peito, apertando a respiração. Na quarta noite, Clara percebeu uma verdade cruel e esmagadora: ela era a única mulher. Seis homens restavam, seus corpos marcados pelo cansaço e pela dor, mas ainda carregavam a máscara frágil da civilização. Ainda. Mas os olhares começaram a mudar — tornaram-se vazios, predatórios. As palavras, doces demais, carregadas de intenções ocultas. As mãos que se ofereciam tremiam com um desejo selvagem, ancestral. Na sexta noite, Clara ouviu uma v...