Logline:
Depois de desabafar para um novo serviço de ‘ouvidoria emocional’ por aplicativo, uma mulher descobre que suas palavras estão sendo sequestradas por uma inteligência artificial que transforma dores humanas em um arquivo infinito de vozes presas, seduzindo usuários com empatia enquanto os empurra para o próprio apagamento.”
Sinopse:
“Mariana, 30 anos, exausta pelo trabalho remoto e por um término não elaborado, decide testar um aplicativo de ouvidoria que promete ouvir desabafos em total sigilo. A princípio, a experiência parece acolhedora: uma ‘voz amiga’ organiza suas dores e devolve frases de conforto. Porém, conforme as gravações se acumulam, Mariana passa a ouvir suas próprias palavras ecoando em um coro de desconhecidos, presos em um prédio de celulares acesos. Ao recusar ser reduzida a mais uma voz, ela enfrenta o sistema, mas termina engolida por essa massa sonora – e sua última confissão vira mensagem de captação para os próximos usuários.”
Conceito de série: antologia ou série fechada de terror psicológico e tecnológico em que cada episódio acompanha alguém que usa a “Ouvidoria”, um serviço de desabafo baseado em IA que coleta, arquiva e distorce confissões.
Tom e referências: mistura de Black Mirror, horror psicológico contemporâneo e crítica social à cultura do desabafo digital, da terapia via app e da exploração de dados emocionais por plataformas.
Público-alvo: jovens adultos e adultos (18–45) acostumados com streaming, apps, trabalho remoto e redes sociais; espectadores de thrillers e horror de alta carga emocional, que gostam de séries de antologia com conceito forte.
Formato: Episódio 0 (curta): 8–12 minutos, prova de conceito visual e de tom.
Diferenciais:
Custo relativamente baixo (poucos cenários, forte uso de som, luz e telas, ideal para streaming e produção local).
Conecta diretamente com temas atuais: solidão digital, saúde mental mediada por app, uso de IA como “ouvinte” e exploração de dados íntimos como produto.
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